22 de julho de 2017

Cubitus - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
Humorístico
(Bélgica), Tintin # 16 (23º ano), 16 de Cbril de 1968
Dupa (argumento e desenho)
Outros autoresDustin
Estreia em PortugalTintin #18/1º ano, 28 de Setembro de 1968
Outras publicaçõesÁlbum Arcádia, Tintin Especial Anual, Almanaque Tintin, Selecções Tintin

Cubitus é um grande cão, muito falador, comilão e vaidoso que reside numa pequena vivenda dos subúrbios na companhia do seu dono, o velho marinheiro Sémaphore. O inimigo de Cubitus é o zombador e diabólico gato Sénéchal.

Quadriculografia portuguesa:
  • [gag], Tintin #18, 24, 25, 27, 29, 39, 44, 46, 48/1º ano; 1 a 6, 9, 11, 13 a 23, 26, 30 a 33, 40/2º ano; 28, 33, 36, 42, 51, 52/3º ano; 15, 18, 33, 36, 38, 46, 47, 49/4º ano; 2, 4, 5, 6, 8, 10, 11, 12, 23, 25, 30, 34, 36 a 41, 44, 46, 47/5º ano; 5, 12, 17, 19, 21, 23, 24, 26, 27, 28, 30, 32, 34 a 42, 43, 44, 49, 51, 52/6º ano; 1, 11, 17, 19, 32, 36, 41, 45, 46, 50/7º ano; 1, 3, 9, 12, 14, 18, 19, 22, 29/8º ano; 1, 4, 13, 21, 24, 25, 27, 44, 45, 46, 47, 49, 50, 51/9º ano; 1, 2, 4 a 7, 9 a 13, 16, 19, 20, 22, 25, 27, 31, 38, 41, 43/10º ano; 25, 38, 41, 43/12º ano; 26, 30, 32, 50/13º ano; 8, 10, 19, 24, 39, 50/14º ano; 3, 5/15º ano
  • [gag], Tintin Especial Anual de 1974, de 1975, de 1976, de 1977 e de 1978
  • Ao teatro, esta noite... (Au théatre ce soir), 1969, Dupa, Almanaque Tintin #2
  • Alerta ao pedalosáurio (Alerte au pédalosaure), 1975, Dupa e Dustin, Tintin #46/10º ano a #22/11º ano
  • A tourada dos hipópotamos com capacetes (La corrida des hippopotames casqués), 1978, Dupa, Tintin #23 a 37/11º ano
  • O original (L'original), 1979, Dupa, Selecções Tintin #1
  • Um óscar para Cubitus (Un oscar pour Cubitus), 1984, Dupa, Álbum Arcádia [1978]
  • O caldo entornado (Cubitus 3e service), 1984, Dupa, Álbum Arcádia [1979]
  • A melhor colheita (Cubitus du meilleu tonneau), 1984, Dupa, Álbum Arcádia [1979]
  • [HC], ?, Dupa, Tintin #44/10º ano
  • [HC], ?, Dupa, Almanaque Tintin #1
[actualizado em 15-12-2014]



Humpá-Pá - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
Oumpah-Pah
Humorístico
(Bélgica) Tintin #14/13º ano, 2 de Abril de 1958 - Tintin #19/17º ano, 8 de Maio de 1962
René Goscinny (argumento) e Albert Uderzo (desenhos)
Estreia em Portugal: Zorro #49, 14 de Setembro de 1963
Outras publicações: Álbum Editorial Íbis, Álbum Livraria Bertrand, Tintin, Álbum Meribérica, Álbum Edições ASA


Humpá-Pá é um jovem «pele-vermelha». Numa primeira versão, a série retrata a oposição de um jovem índio às vicissitudes do «mundo moderno». Após o fracasso editorial desta abordagem, Humpá-Pá renasce em 1958 com a acção a decorrer no século da colonização inglesa e francesa dos actuais Estados Unidos. Amparado pelos seus pais, Mama-Pah e Papa-Pah, o valente e robusto Humpá-Pá da tribo dos Shavashavah, torna-se amigo do francês Hubert (o Duplo Escalpe em virtude da sua peruca), tornando a vida difícil aos soldados do rei da Prússia, aos índios malfeitores e ao exército inglês.


Quadriculografia portuguesa:
  • Humpá-Pá, o pele-vermelha (Oumpah-Pah le peau rouge), 1958, Álbum Editorial Íbis [1965]; Álbum Livraria Bertrand [1978]; Tintin #49/13º ano a #9/14º ano; Álbum ASA [Tomo 1] [2005]; Álbum ASA [Tomo 2] [2008]
  • Humpá-Pá no trilho da guerra (Oumpah-Pah sur le sentier de la guerre),1958, Álbum Meribérica [1989]
  • Humpá-Pá e os piratas (Oumpah-Pah et les pirates), 1959, Zorro #49 a #56; Álbum Editorial Íbis [1965]; Álbum Livraria Bertrand  [1980]*
  • Missão secreta (Mission secrète), 1960, Álbum Meribérica [1989]
  • Humpá-Pá contra «Maus Fígados» (Oumpah-Pah contre Foie-Malade), 1961, Tintin #43 a #52/1º ano; Álbum Livraria Bertrand [1980]*
* Álbum duplo
[actualizado em 27-12-2014]

21 de julho de 2017

Yves, o lobo - Ensaio de quadriculografia portuguesa


Ficha técnica:
Yves, le loup
Histórico
(França) Vaillant #113, 10 de Julho de 1947 - Vaillant Journal de Pif #1098, 29 de Maio de 1966
Jean Ollivier (argumento) e René Bastard (desenhos)
Outros artistas: Eduardo Teixeira Coelho
Estreia em PortugalO Pardal #1, 29 de Maio de 1961
Outras publicações: Mundo de Aventuras (2ª fase)

Filho de um humilde lenhador, Yves acede ao título de cavaleiro e parte em busca do Graal, encontrando personagens célebres como Vyvian, Merlin e Perceval. Entre 1960 e 1962, Bastard cede, provisoriamente, o desenho a Eduardo Teixeira Coelho.

Quadriculografia portuguesa:
  • A infância do herói (Les enfances du preux), 1960, Coelho e Ollivier,  O Pardal #1 a #19 (inc.); Mundo de Aventuras (2ª fase) # 445, #470, #492, #531 e #585 
[actualizado em 26-12-2014]

Benjamin - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
Humorístico
(Bélgica) Tintin, 1968 - Edição de autor, 1983
Hachel (argumento e desenho)
Estreia em PortugalTintin #11/3º ano, 11 de Julho de 1970
Outras publicações: Tintin Especial Anual, Almanaque Tintin


Benjamin é o género de pessoa com quem possamos contar. Empregado temporário da Manflower, faz tudo para agradar ao patrão, individuo de mau humor e colérico. Contudo, mal grado a boa vontade de Benjamin, as suas gaffes geram catástrofes sucedem-se na Manflower. O desenhador Hachel é ajudado em algumas histórias por M. Dusart.


Quadriculografia portuguesa:
  • [HC], ?, Tintin Especial Anual de 1975
  • [gag], Tintin #7/3º ano; 4, 13/4º ano; 49, 52/5º ano; 2, 7, 13, 18, 42, 48,49/6º ano; 1, 2, 5, 18, 20, 31, 40, 41, 43, 46, 52/7º ano; 83, 8, 11, 12, 13, 17, 18, 20, 23, 26, 36, 39, 49, 51/8º ano; 4, 5, 11, 19/9º ano; 18, 25, 36, 52/10º ano; 2, 6, 8, 12, 14, 17, 31, 33, 38/11º ano; 24, 26, 27, 41, 45, 46, 48/12º ano; 28, 29, 49, 52/13º ano; 11, 15, 25, 41, 49/14º ano; 9/15º ano
  • [HC], ?, Almanaque Tintin #1 
[actualizado em 21-12-2014]



Colecção Novela Gráfica (3ª série) #4: Batman - Uma história verdadeira

Está a partir de hoje o quarto volume da colecção Novela Gráfica, uma edição da Levoir e do Público. O título escolhido é "Batman: uma história verdadeira" de Paul Dini e Eduardo Risso, obra nomeada para o Prémio Eisner como melhor história autobiográfica de 2017.

Paul Dini é o criador de Harley Quinn, a carismática namorada de Joker, que esteve em grande destaque no filme Esquadrão Suicida. Eduardo Risso, desenhador argentino já conhecido do público português graças aos títulos editados pela Levoir, como Parque Chas e Batman Noir, dá aqui provas de uma versatilidade inesperada, adaptando o seu traço às necessidades específicas dos diferentes momentos da história. Mestre do preto e branco, como Batman Noir demonstra à saciedade, Risso ocupa-se pela primeira vez também da cor de uma história que desenhou, com resultados deslumbrantes, mas também extraordinariamente eficazes em termos narrativos.

Esta não é uma narrativa comum. É uma novela gráfica, contada pelo próprio autor a partir de um momento crucial da sua vida. Em 1993, ele foi brutalmente espancado e deixado em estado crítico perto de sua casa em West Hollywood. Além dos danos físicos que as agressões deixaram, Paul Dini lutou com as consequências psicológicas e o desafio de continuar a escrever sobre Batman e seus vilões.

A utilização dos personagens de Batman são a chave para o sucesso desta obra. Mesmo que esta história seja sobre a ideia do Batman, isso não significa que o Cavaleiro das Trevas e dos seus inimigos não apareçam na história como personagens reais. Cada vilão de Gotham aparece como uma manifestação da personalidade e psique de Paul Dini. Pinguim representa a tentação para beber álcool. Espantalho encarna o terror que Paul encara durante os dias. Joker é a voz de cada pensamento sombrio que representa um atraso para a sua vida e carreira. Batman representa a esperança que ele pode inspirar nas pessoas que passam pelos momentos mais desesperantes.

A sinergia entre a escrita de Paul Dini e a arte de Eduardo Risso é impressionante. Sendo o resultado uma obra que fica entre uma realidade aterradora e momentos surreais e fantásticos. É uma obra de uma sensibilidade ímpar. É uma leitura obrigatória para todos os que são fãs de Batman. Mais do que isso, é uma leitura essencial para quem precisa urgentemente voltar a inspirar-se na vida.

Homem-Aranha: Exposição Negativa

A G. Floy lançou um novo volume da Marvel (Homem-Aranha: Exposição Negativa) que inaugura um novo formato para os nossos álbuns de comics americanos. Este formato comic deluxe será aplicado às colecções futuras da Marvel (Marvel Deluxe) dedicadas a livros de argumentistas e artistas que já são bem conhecidos do público, muitos dos quais integram já o catálogo da G. Floy, como Ed Brubaker, Esad Ribic, Rick Remender, Jason Aaron, Brian Vaughan, Cullen Bunn, etc..., e será também aplicado a vários outros lançamentos (como Wytches/Bruxas, de Scott Snyder e Jock), conforme o livro tenha perfil para isso.

Para a semana a G. Floy inicia a distribuição em bancas de Hanuram: Fúria, o álbum de Ricardo Venâncio (co-editado com a ComicHeart), que é também editado no formato comic deluxe (a partir de quinta-feira dia 27).

Homem-Aranha: Exposição Negativa, Brian K. Vaughan e Staz Johnson, G. Floy, 120 páginas, cor, formato comic deluxe, capa dura, 12,99€

20 de julho de 2017

Erik, o Vermelho - Ensaio de quadriculografia portuguesa


Ficha técnica:
Érik, le Rouge
Histórico
(França) Pif Gadget #1636, 25 de Outubro de 1976 - Pif Gadget #1682, 22 de Setembro de 1977
Jean Ollivier (argumento) e Eduardo Teixeira Coelho (desenhos)
Estreia em PortugalMundo de Aventuras (2ª fase) #509, Novembro de 1983


Érik, o Vermelho é um intrépido caçador viking que percorre os mares com uma brava equipa e o seu grande amigo Thorall.


Quadriculografia portuguesa:
  • [-], 1976, Mundo de Aventuras (1ª fase) #509
  • [-], 1976, Mundo de Aventuras (1ª fase) #564
[actualizado em 26-12-2014]