23 de novembro de 2017

Davy Crockett - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Western

Aventuras de um dos mais célebres exploradores do Oeste norte-americano.



Quadriculografia portuguesa:

  • Luta com os piratas, Jim McArdle, Águia #17
  • O canhão perdido, Peter Sutherland, Oásis #16
  • [1955/06/20-1955/08/24] O rei da fronteira selvagem, Jim McArdle e France Herron, Mundo de Aventuras (1ª fase) #437 a #445
  • [1955/08/25-1955/10/05], Jim McArdle e France Herron, Mundo de Aventuras (1ª fase) #459
  • A flecha vermelha (La flèche vermeille), Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier,  Mundo de Aventuras (1ª fase) #471 a #477
  • [-] (La vallée de la peur), Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (1ª fase) #477 a #485
  • [-] (Un coup de audace), Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (1ª fase) #486 a #496
  • [-] (Mississipi), Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (1ª fase) #498 a #511
  • Luta de gigantes, Jim McArdle e Herron France, Mundo de Aventuras (1ª fase) #536
  • Traição no forte, Christiansen e Herron France, Mundo de Aventuras (1ª fase), #554
  • [1956/09/26-1957/01/??] Emboscada nocturna, Jim McArdle e France Herron, Mundo de Aventuras (1ª fase) #561
  • A caça ao tesouro, Jim McArdle, Christiansen e France Herron, Mundo de Aventuras (1ª fase) #582
  • A grande ofensiva, Jim McArdle e Herron France, Tigre (1ª série) #72
  • [-], Raull Mariano, Mundo de Aventuras (1ª fase) #637
  • O segredo do velho (The old-timer's secret), 1957, O Falcão (2ª série) #270 e #962
  • O chefe (Davy Crockett picks a chief), O Falcão (2ª série) #286
  • Os piratas da Ilha do Gato (Pirates of Cat Island), 1960, O Falcão (2ª série) #303 e #978
  • O mistério do Rio Medicine (Mystery of Medicine River), 1959, O Falcão (2ª série) #323 e #1147
  • O pacificador (On man peacemaker), 1959, O Falcão (2ª série) #323 e #1147
  • Um rapaz endiabrado! (The calamity kid), 1959, O Falcão (2ª série) #323 e #1147
  • A profecia de Sihasa-Pa, Kline, Mundo de Aventuras (1ª fase) #891
  • Índios em guerra (Davy Crockett takes the trail), 1956, O Falcão (2ª série) #328 e #1156
  • O plano de guerra Shawnee (The Shawnee war plan), 1957, O Falcão (2ª série) #333
  • Forte Ventura (The trail to Fort Venture), 1958, O Falcão (2ª série) #343 e #1165
  • Na pista do Rio Medicine (The river of no return), 1958, O Falcão (2ª série) #348
  • O forte em perigo (Indian fighter), 1958, O Falcão (2ª série) #358 e #966
  • Guerreiros fantasmas (The Phantom Redskin Army), 1957, O Falcão (2ª série) #368 e #970
  • O falso Caribú (The other Davy Crockett), 1958, O Falcão (2ª série) #378 e #984
  • O cavalo selvagem (The Magic War Bonnet), 1956, O Falcão (2ª série) #388 e #988
  • O homem sem nome (The man without a name), 1960, O Falcão (2ª série) #398 e #1009
  • O resgate (Town to Ransom), 1960, O Falcão (2ª série) #398 e #1009
  • As guerreiras (The warrior squaws), 1960, O Falcão (2ª série) #398 e #1009
  • O tesouro Pawnee (The great Pawnee treasure), 1957, O Falcão (2ª série) #407 e #1019
  • Jornada perigosa (Mighty trail blazer!), 1957, O Falcão (2ª série) #411 e #1012
  • O rapto (Guardian of the frontier), 1958, O Falcão (2ª série) #423 e #1031
  • Perigo na pradaria (Prairie peril), 1957, O Falcão (2ª série) #430 e #1067
  • Negociantes de peles (The fight of the fur trader), 1957, O Falcão (2ª série) #436 e #1035
  • Na pista do fogo (The Pawnee trail trouble), 1957, O Falcão (2ª série) #442 e #1040
  • Flecha Branca (The white india), 1957, O Falcão (2ª série) #448 e #1058
  • O machado de guerra (The tomahawk totem), 1957, O Falcão (2ª série) #465 e #1049
  • Lobo Pequeno (The frontier outcast), 1959, O Falcão (2ª série) #1280
  • O corneteiro (The phantom bugler!), 1959, O Falcão (2ª série) #1280

[actualizado em 22/10/2017]

Liga da Justiça #3 – O Prego: Teoria do Caos

É hoje posto à venda com o jornal Público o terceiro volume da colecção "Liga da Justiça" da editora Levoir. 

"Por falta de um prego perdeu-se a ferradura; por falta da ferradura perdeu-se o cavalo; por falta do cavalo perdeu-se o cavaleiro, por falta do cavaleiro, perdeu-se a guerra.” Foi baseando neste poema de George Herbert, publicado em Jacula Prudentum (1651) que Alan Davis, célebre desenhador, escreve e desenha a história do terceiro volume de Liga da Justiça – O Prego: Teoria do Caos, que hoje sai para as bancas. A arte final é de Mark Farmer.

Martha e Jonathan Kent iam sair, mas um prego furou o pneu da camioneta, e eles foram obrigados a ficar em casa, ficando assim impedidos de estar no local certo à hora certa. Foi nessa noite que a nave do bebé kryptoniano Kal El se despenhou no Kansas. Em suma, o casal não encontra a criança que viria a tornar-se Clark Kent, o Super-Homem, exemplo de união de combate ao mal.

Lex Luthor é eleito para Presidente de Câmara de Metropolis pela segunda vez, e é muito provavelmente, o empresário mais influente no mundo. Ele domina a comunicação social, aceitando e divulgando tudo o que faz ou diz, incluindo o ódio que ele tem  aos metahumanos. Devido ao seu grande poder de persuasão, a população rende-se a ele diz e a Liga da Justiça, que sem o Super-Homem é liderada pela Mulher- Maravilha, deixa de ser bem vista.

A parte da população que inicialmente via nos heróis uma salvação, passa a olhar para o Lex Luthor como o salvador, diante das melhorias sociais, adoptam, pouco a pouco, o discurso de que na verdade os humanos não precisam dos super-heróis, afinal, eles não viviam para o bem. Eles criaram toda uma imagem de necessidade, com diversas invasões e ameaças planetárias para controlar e amedrontar o povo, dando a impressão de que todos precisavam deles, quando na realidade não era nada disso. Sem os heróis, não existiria medo e nem invasões fabricadas. O planeta seria um lugar melhor.

Liga da Justiça #3: O Prego: Teoria do Caos, Alan Davis, Levoir/Público, 152 pp., cor, capa dura, 10,90€ com o jornal Público

Robin dos Bosques - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Aventura

Robin Hood (conhecido em Portugal como Robin dos Bosques) é um herói mítico inglês, um fora-da-lei que roubava da nobreza (governo) para dar aos pobres, aos tempos do Rei Ricardo Coração de Leão. Era hábil no arco e flecha e vivia na floresta de Sherwood. Era ajudado pelos seus amigos "João Pequeno" e "Frei Tuck", entre outros moradores de Sherwood. Teria vivido no século XIII, gostava de vaguear pela floresta e prezava a liberdade. Ficou imortalizado como "Príncipe dos ladrões". Tenha ou não existido tal como o conhecemos, "Robin Hood" é, para muitos, um dos maiores heróis da Inglaterra.
No entanto, o herói não é de facto um ladrão errante que vive em florestas. A história começa quando Robin de Locksley, filho do Barão Locksley, é um cruzado e viaja com o Rei Ricardo para catequizar os hereges. Prisioneiro, foge e retorna à Inglaterra. No entanto, ao chegar em casa, percebe que muitas coisas aconteceram. Aproveitando a ausência do Rei Ricardo, o príncipe John, o segundo herdeiro directo, assume o trono, aumenta os impostos e mata o pai de Robin, destruindo também o seu castelo. Não tendo onde morar, Robin Hood encontra um grupo de homens que moram na floresta e lidera-os numa batalha com o príncipe. Quer reaver sua posição nobre e também ajudar os que se tornaram pobres graças a ganância de John.
Na História, Robin Hood, que ganha o apelido por usar um hood (tipo de chapéu com pena) vence o príncipe John e casa-se com Maid Marian, sobrinha de Ricardo. No fim da história, Ricardo Coração de Leão reaparece após a sua derrota em terras estrangeiras e nomeia Robin Hood cavaleiro, tornando o nobre novamente.

In wikipedia

Quadriculografia portuguesa:
  • Robin dos Bosques em perigo, Patrick Nicole, Oásis #9
  • O tesouro de Robin dos Bosques, Selby Donnison, Oásis #9
  • A derrota do xerife, Steve Chapman, Oásis #9 
  • O selo do rei Ricardo, Martin Salvador, Oásis #14
  • A espada da liberdade, Reg Bunn, Oásis #19
  • Os invasores vikings, Reg Bunn, Boletim do Clube Português de Banda Desenhada #136
  • [-], Reg Bunn, O Mosquito (2ª série) #28 a #30
  • A feiticeira de Withfield, Dino Battaglia, Cavaleiro Andante #551
  • O rapto da condessa, Guido Buzzeli, Zorro #15
  • O bruxo trovador, Guido Buzzeli, Zorro #20
  • O segredo da velha estalagem, Guido Buzzeli, Zorro #21
  • O traidor, Guido Buzzeli, Zorro #47
  • O assassino de Sherwood, Guido Buzzeli, Zorro #61
  • Golpe traiçoeiro, Jesus Blasco, Jornal do Cuto #1 a #7
  • Em luta contra o senhor de Brissac, Jesus Blasco, Jornal do Cuto #25
  • A noite de Derby (La nuit de Derby), 1969, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (2ª fase) #382
  • Os dois escudos do xerife (Les deux écus du shérif), 1969, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (2ª fase) #397
  • A bom entendedor (À bon entendeur salut), 1969, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (2ª fase) #414
  • Um castelo para o inverno (Un chateau pour l'hiver), 1970, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (2ª fase) #504
  • A horda cinzenta (La horde grise), 1975, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Selecções BD (2ª série) #16
  • O atacante misterioso, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Mundo de Aventuras (2ª fase) #46
  • A rixa saxónica, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Boletim do Clube Português de Banda Desenhada #92
  • A raposa vermelha, Eduardo Teixeira Coelho e Jean Ollivier, Boletim do Clube Português de Banda Desenhada #92
  • Robin Hood, Jesus Blasco, Álbum Futura [1985]
  • Robin Hood, Chiqui de La Fuente e Carlos Soria, Álbum Livraria Editora Civilização [1985]
[actualizado em 22-10-2017]

22 de novembro de 2017

A Palavra ao Júri - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Ficha técnica:
La Parolla alla Giura
(Itália) Corrieri dei Ragazzi
Milo Milani (textos) e Milo Manara (desenhos)
Estreia em Portugal: Mundo de Aventuras (2ª fase) #213, 27 de Outubro de 1977

Retratos biográficos de grandes nomes da História, onde o final era decidido pelos leitores que julgavam a culpabilidade do personagem.

Quadriculografia portuguesa:
  • O processo de Helena de Tróia (Processo a Helena), 1975, Mundo de Aventuras (2ª fase) #213 e #240
  • Átila, o flagelo de Deus (Processo de Atila), 1975, Mundo de Aventuras (2ª fase) #378
  • Cortez (Processo a Cortez), 1975, Mundo de Aventuras (2ª fase) #399
  • Processo a Nero (Processo a Nerone), 1976, Mundo de Aventuras (2ª fase) #277
  • Oppenheimer - O pai da bomba atómica (Processo a Oppenheimer), 1976, Mundo de Aventuras (2ª fase) #423
  • Robespierre (Processo a Robespierre), 1976,  Mundo de Aventuras (2ª fase) #438
[actualizado em 27-12-2014]

Marvel Especial Vol. 2 – O Velho Logan nas bancas desde 21 de novembro

Chegou às bancas o segundo volume da linha Marvel Especial que continua agora com O Velho Logan, que inclui Old Man Logan (2015) #1 a #5.

Sinopse do número:
Bem-vindo às terras desoladas: um domínio do Mundo de Batalha onde os heróis foram dizimados e os vilões dominam a seu bel-prazer. No meio deste caos, um homem pode fazer a diferença. Um guerreiro resiliente que já foi o maior de todos os mutantes. Um homem conhecido por O Velho Logan. Nunca, como agora, a ajuda do homem anteriormente conhecido como Wolverine, foi tão necessária. Ainda assim, até o melhor que havia no que ele fez poderá ser superado pelos perigos que se escondem nos territórios mais próximos. Agora, Logan tem de lutar contra os horrores libertados pela raça mutante, os pecados das máquinas genocidas e as hordas desenfreadas de mortos-vivos. Conforme Logan atravessa o Mundo de Batalha e descobre todos os seus segredos, novos perigos vão surgindo pelo caminho, incluindo a força policial trovejante deste mundo inóspito. Velhos são os trapos e a missão de Logan está longe de estar acabada! 

História:
Zonas de Guerra
Argumento: Brian Michael Bendis
Arte: Andrea Sorrentino
Cores: Marcelo Maiolo
Fontes: VC's Cory Petit
Artes de Capa: Andrea Sorrentino e Marcelo Maiolo

Marvel Especial Vol. 2 – O Velho Logan, 128 pp., cor, 7,90€, mensal

Próximos Lançamentos:
  • 19-Dez-2017: Marvel Especial Vol.3 - Guardiões da Galáxia (reúne Guardians of the Galaxy: Mother Entropy #1 a #5 e Guardians of the Galaxy Team Up 10 (Rocket/Deadpool)
  • 12-Jan-2018: Marvel Especial Vol.4 – Deadpool 2 (reúne Deadpool #6, Deadpool #3.1e Deadpool #7 - I a VII)

Jessica Jones: Alias - Volume 4

Jessica Jones é uma detective privada implacável, e o submundo negro do Universo Marvel é o seu território, como se viu nos três últimos volumes de casos complexos, muitos dos quais envolveram super-heróis. Mas nem sempre foi assim.

Em tempos, Jessica foi ela também uma super-heroína, e aqui, pela primeira vez, descobriremos os seus segredos - como ganhou os seus poderes, como se tornou numa heroína, e o momento terrível e negro da história do Universo Marvel que mudou a sua vida para sempre. Com muitos convidados especiais, desde o Homem-Aranha e Jean Grey, aos Vingadores e ao temível Killgrave.

O último volume da primeira série de Jessica Jones, ALIAS, é geralmente considerado o melhor da saga, e revela finalmente as origens dos super-poderes da nossa heroína, juntando todas os fios narrativos dos volumes anteriores numa só saga, um verdadeiro “romance gráfico” em vez de uma série de comics, em que confluem inúmeros géneros: super-heróis, crime e policial, romance... Na primeira parte do volume (números #22-23) Michael Gaydos consegue um verdadeiro triunfo, ao apresentar-nos um flashback e ao transportar-nos para o passado de Jessica com um desenho completamente diferente do normal, que evoca o estilo Marvel antigo (assinalado por uma simples menção de “after DITKO!”), contando as origens dos poderes de Jessica e a sua vida no mesmo liceu em que foi colega de Peter Parker. Depois desta introdução, entramos no cerne da história, o Homem-Púrpura, e o que ele fez a Jessica... Mas deixemos que o leitor descubra tudo sozinho, neste volume cujas histórias foram nomeadas para dois Prémios Eisner em 2004, Melhor Série em Continuação e Melhor Arco de História.

O presente volume reúne os #22-28 da série original de ALIAS.

Não percam a conclusão desta série, e lembrem-se... Jessica Jones regressará para o ano, em mais uma série de volumes.

Jessica Jones: ALIAS #4, Brian Michael Bendis e Michael Gaydos, G. Floy, 176 pp., cor, capa dura, 14,99€

André Franquin - Ensaio de quadriculografia portuguesa

Desenhador, Argumentista
(Bélgica) Etterbeeck, 3 de Janeiro de 1924 - Saint-Laurent du Var, 5 de Janeiro de 1997

Em 1943 frequenta, por pouco tempo, o curso do Instituto Saint-Luc de Saint-Gilles. Vai trabalhar em 1944 como desenhador do estúdio de animação CBA, onde conhece grandes mestres da banda desenhada belga: Eddy Paape, Morris, René Follet e, posteriormente, Peyo, que em 1945 irá para a CBA. Em 1946, é convidado para ingressar nas edições Dupuis, na revista Spirou, onde conhece Jijé e começa a trabalhar na série Spirou e FantásioL’Almanaque Spirou, Fantasio et son tankLa maison préfabriquée, realizando também várias ilustrações.
Entre 1948 e 1949 viaja pelo México e Estados Unidos com Morris e Jijé, continuando a desenhar e a enviar pelo correio as pranchas para as edições Dupuis. Cansado da vida errante, volta para a Bélgica e casa em 1950 com Liliane.
Spirou e os Herdeiros (Spirou et les Heritiers) surge na revista belga Spirou, onde Franquin cria as personagens do Conde de Champignac, Zantáfio, primo de Fantásio e o Marsupilami, um animal de cor amarela com manchas pretas e uma longa cauda que se estreia a 31 de Janeiro de 1952.
Por questões de direitos de autor, entre 1955 e 1956, Franquin tem um conflito com as edições Dupuis, indo colaborar no jornal Tintin das edições Lombard. Franquin assina um contrato por cinco anos com Raymond Leblanc, proprietário das edições Lombard, onde nascem os personagens Modest e Pompon. Em 1959, Franquin cede a série Modeste e Pompon às edições Lombard que acabam por a confiar a Dino Attanasio.
Em 1956, volta a trabalhar para as edições Dupuis, tentando então coordenar o trabalho com as duas editoras. Em 28 de Fevereiro de 1957 no nº 985 do Spirou, surge um personagem genial, Gaston Lagaffe, o herói-sem-emprego; nesse mesmo ano aparece também no n°1027 do Spirou o jovem Petit Noël. Em 19 de Fevereiro de 1957 nasce Isabelle, a sua filha.
Deixa de trabalhar no Spirou e Fantásio em 1968, mas decide conservar todos os direitos de autor sobre a personagem do Marsupilami. Dedica-se então a trabalhar no Gaston LagaffePetit Noël e Marsupilami. As primeiras assinaturas animadas de Franquim surgem nos gags de Gaston Lagaffe, a 3 de Dezembro de 1970, na prancha n.º 644 do n.º 1703 do Spirou.
Em 1971 trabalha numa rubrica dedicada aos monstros, com textos de Yvan Delporte e a 17 de Março de 1977, cria as Ideias Negras (Idées Noires), que aparecem num suplemento ao jornal Spirou, o "Trombone Illustré". Com o desaparecimento do suplemento, Franquin, em 1981, passa a desenhar para revista Fluide GlacialLuce Degotte e Marcel Gotl colaboraram no argumento das Ideias Negras.
Franquin é um notável defensor de causas humanitárias, da GreenpeaceAmnistia Internacional, transpondo as suas causas para os seus desenhos. Em 1980, Gaston Lagaffe faz uma primeira aparição no cinema.
A Marsu Prodution nasce em 1987. O Marsupilami passa a ser um herói único, e tem como base a família dos Marsupilamis apresentados por Seccotine no livro "Ninho dos Marsupilamis". Batem e Greg foram escolhidos para trabalhar com Franquin nos álbuns do Marsupilami; posteriormente seguiram-se outros, tais como Yann, Fauche, Adam e Kaminka e Marais.
Em 1989, Franquin cria Les Tifous, uma série de desenhos animados de 80 episódios para televisão, com argumento de Delporte, Fauche e Léturgie.
Gaston deixa de aparecer em 1992 no Spirou e, no mesmo ano, Franquin cede os direitos do Marsupilami à Marsu Productions. A estátua de Gaston é inaugurada em Bruxelas em Fevereiro de 1996.
Vencedor de vários prémios, em 1980 ganha o prémio o Grand Prix National des Arts Graphiques (Prix Nobel de la BD). Em 1991, Franquin recebe a medalha da ordem de Léopold.

[adaptado de Wikipédia]

Séries publicadas em Portugal:
Gaston LagaffeIdeias NegrasMarsupilamiModeste & PomponSpirou & Fantasio

[actualizado em 9-11-2014]